Como equilibrar obras necessárias, indicadas pelas inspeções, e os recursos financeiros disponíveis para realizá-las? Na lista de obras a realizar, como elaborar uma hierarquia de prioridades considerando as necessidades especificas da manutenção, seja ela preventiva, corretiva ou emergencial?
Antes de tudo, é tarefa da gestão de manutenção selecionar e programar as inspeções técnicas, analisando demandas e iniciando o processo, distribuindo as ordens de serviço para as equipes de inspeção.
Os relatórios de inspeção deverão conter as especificações dos serviços de obra necessários, a respectiva quantificação e a avaliação da patologia identificada, indicando o grau de criticidade da situação do item inspecionado.
Entre os recursos do relatório da inspeção técnica podemos citar: vários check-lists com a caracterização de anomalias ou falhas que poderão ser identificadas, a depender da especificação do serviço, por: deformação, incompatibilidade, corrosão, descolamento, vibração; localização do problema, condições de segurança predial, riscos submetidos pela ocorrência ou pela indicação do sistema, ameaças submetidas pela ocorrência ou pela indicação do sistema, consequências geradas, categorias das anomalias ou falhas (corrigíveis ou incorrigíveis), hierarquização da patologia (perigo, cautela e outros).
Também será de grande utilidade dispor de um quadro que complete as matrizes de caracterização, com informações alternativas, sobre criticidades das anomalias ou falhas identificadas. Por exemplo: estado, condições de uso, condições de manutenção, condições de operação, gravidade total, alta e outras; nível de urgência total, alto e outros; nível de desdobramento em outras patologias total, alto e outros.
Com os relatórios de inspeção técnica, a gestão terá condições de estimar os custos das obras de manutenção necessárias e cruzá-los com os graus de criticidade. A inteligência do processo será dada pela gestão, caso a caso, estabelecendo critérios de hierarquização, para as diferentes combinações das matrizes custos x criticidade, como se seguem (já hierarquizadas, a título de exemplo): prioridade 1 - ocorrências emergenciais; prioridade 2 - baixo custo x alta criticidade ou alto custo x alta criticidade; prioridade 3 - baixo custo x baixa criticidade; prioridade 4 - alto custo x baixa criticidade.
Fonte de pesquisa: revista Construção Mercado
terça-feira, 27 de abril de 2010
quinta-feira, 22 de abril de 2010
Considerações sobre o trabalho humano, a tecnologia e a manutenção
Basta ouvir que foi lançada nova tecnologia e...pronto: surge o velho questionamento da relação homem X máquina, como se as novidades invalidassem a função humana.
Por outro lado, especialistas afirmam ainda que o aumento da “confiabilidade dos equipamentos” diminui a “confiabilidade dos elementos humanos”.
Então, surgem questões como: “Será necessário apenas um software para se conseguir desempenho eficiente dos profissionais, além de planejamento e organização da manutenção satisfatórios?”.
Muitas vezes, acidentes são causados pela sobrecarrega de “tecnologia” no operador de informações, que deixa de obter dados necessários aos processos de trabalho.
Constante preocupação na área de manutenção, os possíveis “erros humanos” podem acontecer a qualquer instante e seus resultados a curto, médio ou longo prazo provocam falhas cujos efeitos podem ser irremediáveis para a instalação.
Por isso, alguns aspectos do comportamento humano devem ser considerados na operação e manutenção de novos equipamentos e sistemas. Alguns deles: em geral, as pessoas realizam atividades pensando em outras coisas e costumam usar as mãos para efetuar testes, inspeções e exames; é comum também ser impaciente quanto ao tempo necessário para observar as precauções, além de não ler instruções e etiquetas com atenção; após um procedimento, costuma-se não checar o trabalho em busca de possíveis erros e quando estes acontecem as pessoas são relutantes em admiti-los; com o tempo, muitos ficam desatenciosos no manuseio de equipamentos e ferramentas; geralmente, as pessoas erram ao estimar distâncias, velocidades, e respondem irracionalmente em situações críticas ou emergenciais.
Fonte de pesquisa:
“Erro Humano na Manutenção”
(artigo Engo. Eduardo de Santana Seixas)
Por outro lado, especialistas afirmam ainda que o aumento da “confiabilidade dos equipamentos” diminui a “confiabilidade dos elementos humanos”.
Então, surgem questões como: “Será necessário apenas um software para se conseguir desempenho eficiente dos profissionais, além de planejamento e organização da manutenção satisfatórios?”.
Muitas vezes, acidentes são causados pela sobrecarrega de “tecnologia” no operador de informações, que deixa de obter dados necessários aos processos de trabalho.
Constante preocupação na área de manutenção, os possíveis “erros humanos” podem acontecer a qualquer instante e seus resultados a curto, médio ou longo prazo provocam falhas cujos efeitos podem ser irremediáveis para a instalação.
Por isso, alguns aspectos do comportamento humano devem ser considerados na operação e manutenção de novos equipamentos e sistemas. Alguns deles: em geral, as pessoas realizam atividades pensando em outras coisas e costumam usar as mãos para efetuar testes, inspeções e exames; é comum também ser impaciente quanto ao tempo necessário para observar as precauções, além de não ler instruções e etiquetas com atenção; após um procedimento, costuma-se não checar o trabalho em busca de possíveis erros e quando estes acontecem as pessoas são relutantes em admiti-los; com o tempo, muitos ficam desatenciosos no manuseio de equipamentos e ferramentas; geralmente, as pessoas erram ao estimar distâncias, velocidades, e respondem irracionalmente em situações críticas ou emergenciais.
Fonte de pesquisa:
“Erro Humano na Manutenção”
(artigo Engo. Eduardo de Santana Seixas)
Considerações sobre o trabalho humano, a tecnologia e a manutenção
Basta ouvir que foi lançada nova tecnologia e...pronto: surge o velho questionamento da relação homem X máquina, como se as novidades invalidassem a função humana.
Por outro lado, especialistas afirmam ainda que o aumento da “confiabilidade dos equipamentos” diminui a “confiabilidade dos elementos humanos”.
Então, surgem questões como: “Será necessário apenas um software para se conseguir desempenho eficiente dos profissionais, além de planejamento e organização da manutenção satisfatórios?”.
Muitas vezes, acidentes são causados pela sobrecarrega de “tecnologia” no operador de informações, que deixa de obter dados necessários aos processos de trabalho.
Constante preocupação na área de manutenção, os possíveis “erros humanos” podem acontecer a qualquer instante e seus resultados a curto, médio ou longo prazo provocam falhas cujos efeitos podem ser irremediáveis para a instalação.
Por isso, alguns aspectos do comportamento humano devem ser considerados na operação e manutenção de novos equipamentos e sistemas. Alguns deles: em geral, as pessoas realizam atividades pensando em outras coisas e costumam usar as mãos para efetuar testes, inspeções e exames; é comum também ser impaciente quanto ao tempo necessário para observar as precauções, além de não ler instruções e etiquetas com atenção; após um procedimento, costuma-se não checar o trabalho em busca de possíveis erros e quando estes acontecem as pessoas são relutantes em admiti-los; com o tempo, muitos ficam desatenciosos no manuseio de equipamentos e ferramentas; geralmente, as pessoas erram ao estimar distâncias, velocidades, e respondem irracionalmente em situações críticas ou emergenciais.
Fonte de pesquisa:
“Erro Humano na Manutenção”
(Engo. Eduardo de Santana Seixas)
“Erro Humano na Manutenção”
(Engo. Eduardo de Santana Seixas)
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