Para elaboração de rotinas de manutenção industrial é preciso atenção a peculiaridades da planta, conhecimento da atividade produtiva, entender a importância de determinado equipamento ou sistema e os riscos envolvidos no processo, perigos para o meio ambiente ou os seres humanos.
Como podemos observar, a função de um plano de manutenção vai muito além da emissão de ordens e controle de horas de trabalho, devendo conter ainda formas de elaboração, retroalimentação e atualização.
Apesar de cada planta industrial ter características próprias, apresentamos aqui pontos que podem ser comuns a qualquer instalação: “levantamento de todo o parque instalado e de seus dados, como tipo de equipamento, fabricante, modelo, número de série, capacidade, principais componentes, horas de trabalho; atribuição de tags inteligentes a todo o sistema que será objeto de planejamento; análise de criticidade de equipamentos e sistemas por meio de algoritmos definidos, apontando o nível e tipo de manutenção a ser adotado (preditiva, preventiva ou corretiva)”.
Já na parte de serviços, podemos citar: “mecânicos - limpeza, lubrificação etc.; elétricos - análises preditivas, inspeções visuais e programas específicos para alta, média e baixa tensões; hidráulicos e pneumáticos; civis - bases de concreto, pinturas etc.; refrigeração - de processo e conforto; instrumentação, controle e automação; sistemas de movimentação de cargas”, entre outros.
Fonte de pesquisa: revista Téchne
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segunda-feira, 31 de maio de 2010
quinta-feira, 22 de abril de 2010
Considerações sobre o trabalho humano, a tecnologia e a manutenção
Basta ouvir que foi lançada nova tecnologia e...pronto: surge o velho questionamento da relação homem X máquina, como se as novidades invalidassem a função humana.
Por outro lado, especialistas afirmam ainda que o aumento da “confiabilidade dos equipamentos” diminui a “confiabilidade dos elementos humanos”.
Então, surgem questões como: “Será necessário apenas um software para se conseguir desempenho eficiente dos profissionais, além de planejamento e organização da manutenção satisfatórios?”.
Muitas vezes, acidentes são causados pela sobrecarrega de “tecnologia” no operador de informações, que deixa de obter dados necessários aos processos de trabalho.
Constante preocupação na área de manutenção, os possíveis “erros humanos” podem acontecer a qualquer instante e seus resultados a curto, médio ou longo prazo provocam falhas cujos efeitos podem ser irremediáveis para a instalação.
Por isso, alguns aspectos do comportamento humano devem ser considerados na operação e manutenção de novos equipamentos e sistemas. Alguns deles: em geral, as pessoas realizam atividades pensando em outras coisas e costumam usar as mãos para efetuar testes, inspeções e exames; é comum também ser impaciente quanto ao tempo necessário para observar as precauções, além de não ler instruções e etiquetas com atenção; após um procedimento, costuma-se não checar o trabalho em busca de possíveis erros e quando estes acontecem as pessoas são relutantes em admiti-los; com o tempo, muitos ficam desatenciosos no manuseio de equipamentos e ferramentas; geralmente, as pessoas erram ao estimar distâncias, velocidades, e respondem irracionalmente em situações críticas ou emergenciais.
Fonte de pesquisa:
“Erro Humano na Manutenção”
(artigo Engo. Eduardo de Santana Seixas)
Por outro lado, especialistas afirmam ainda que o aumento da “confiabilidade dos equipamentos” diminui a “confiabilidade dos elementos humanos”.
Então, surgem questões como: “Será necessário apenas um software para se conseguir desempenho eficiente dos profissionais, além de planejamento e organização da manutenção satisfatórios?”.
Muitas vezes, acidentes são causados pela sobrecarrega de “tecnologia” no operador de informações, que deixa de obter dados necessários aos processos de trabalho.
Constante preocupação na área de manutenção, os possíveis “erros humanos” podem acontecer a qualquer instante e seus resultados a curto, médio ou longo prazo provocam falhas cujos efeitos podem ser irremediáveis para a instalação.
Por isso, alguns aspectos do comportamento humano devem ser considerados na operação e manutenção de novos equipamentos e sistemas. Alguns deles: em geral, as pessoas realizam atividades pensando em outras coisas e costumam usar as mãos para efetuar testes, inspeções e exames; é comum também ser impaciente quanto ao tempo necessário para observar as precauções, além de não ler instruções e etiquetas com atenção; após um procedimento, costuma-se não checar o trabalho em busca de possíveis erros e quando estes acontecem as pessoas são relutantes em admiti-los; com o tempo, muitos ficam desatenciosos no manuseio de equipamentos e ferramentas; geralmente, as pessoas erram ao estimar distâncias, velocidades, e respondem irracionalmente em situações críticas ou emergenciais.
Fonte de pesquisa:
“Erro Humano na Manutenção”
(artigo Engo. Eduardo de Santana Seixas)
Considerações sobre o trabalho humano, a tecnologia e a manutenção
Basta ouvir que foi lançada nova tecnologia e...pronto: surge o velho questionamento da relação homem X máquina, como se as novidades invalidassem a função humana.
Por outro lado, especialistas afirmam ainda que o aumento da “confiabilidade dos equipamentos” diminui a “confiabilidade dos elementos humanos”.
Então, surgem questões como: “Será necessário apenas um software para se conseguir desempenho eficiente dos profissionais, além de planejamento e organização da manutenção satisfatórios?”.
Muitas vezes, acidentes são causados pela sobrecarrega de “tecnologia” no operador de informações, que deixa de obter dados necessários aos processos de trabalho.
Constante preocupação na área de manutenção, os possíveis “erros humanos” podem acontecer a qualquer instante e seus resultados a curto, médio ou longo prazo provocam falhas cujos efeitos podem ser irremediáveis para a instalação.
Por isso, alguns aspectos do comportamento humano devem ser considerados na operação e manutenção de novos equipamentos e sistemas. Alguns deles: em geral, as pessoas realizam atividades pensando em outras coisas e costumam usar as mãos para efetuar testes, inspeções e exames; é comum também ser impaciente quanto ao tempo necessário para observar as precauções, além de não ler instruções e etiquetas com atenção; após um procedimento, costuma-se não checar o trabalho em busca de possíveis erros e quando estes acontecem as pessoas são relutantes em admiti-los; com o tempo, muitos ficam desatenciosos no manuseio de equipamentos e ferramentas; geralmente, as pessoas erram ao estimar distâncias, velocidades, e respondem irracionalmente em situações críticas ou emergenciais.
Fonte de pesquisa:
“Erro Humano na Manutenção”
(Engo. Eduardo de Santana Seixas)
“Erro Humano na Manutenção”
(Engo. Eduardo de Santana Seixas)
terça-feira, 23 de março de 2010
Plano de manutenção industrial: muito além das ordens de serviço
Para elaboração de rotinas de manutenção industrial é preciso atenção a peculiaridades da planta, conhecimento da atividade produtiva, entender a importância de determinado equipamento ou sistema e os riscos envolvidos no processo, perigos para o meio ambiente ou os seres humanos.
Como podemos observar, a função de um plano de manutenção vai muito além da emissão de ordens e controle de horas de trabalho, devendo conter ainda formas de elaboração, retroalimentação e atualização.
Apesar de cada planta industrial ter características próprias, apresentamos aqui pontos que podem ser comuns a qualquer instalação: “levantamento de todo o parque instalado e de seus dados, como tipo de equipamento, fabricante, modelo, número de série, capacidade, principais componentes, horas de trabalho; atribuição de tags inteligentes a todo o sistema que será objeto de planejamento; análise de criticidade de equipamentos e sistemas por meio de algoritmos definidos, apontando o nível e tipo de manutenção a ser adotado (preditiva, preventiva ou corretiva)”.
Já na parte de serviços, podemos citar: “mecânicos - limpeza, lubrificação etc.; elétricos - análises preditivas, inspeções visuais e programas específicos para alta, média e baixa tensões; hidráulicos e pneumáticos; civis - bases de concreto, pinturas etc.; refrigeração - de processo e conforto; instrumentação, controle e automação; sistemas de movimentação de cargas”, entre outros.
Produção: Conteúdo para internet
Fonte de pesquisa: revista Téchne
Fonte de pesquisa: revista Téchne
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